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Suzete Tromboni Senna Soliman: uma vida guiada pela elegância, novos horizontes e histórias que cruzam continentes

Aos 67 anos, Suzete Tromboni Senna Soliman celebra uma trajetória marcada por conquistas, coragem e muitas histórias para contar. Paulistana do Jabaquara, ela construiu sua vida entre o céu e a terra — literalmente. Formada em Serviço Social, Suzete encontrou nas alturas a profissão que transformaria seu olhar sobre o mundo: a carreira de comissária de bordo, exercida por 18 anos com dedicação, profissionalismo e encantamento.

Durante quase duas décadas em uma grande companhia aérea, Suzete sobrevoou culturas, idiomas e paisagens que ampliaram seu repertório e moldaram sua sensibilidade. Foram anos acumulando experiências que poucos têm a oportunidade de viver — e foi justamente nessa rotina de aeroportos e fronteiras que sua história mais bonita começou.

Em um voo do destino, Suzete conheceu em Los Angeles aquele que se tornaria o grande amor da sua vida. O casamento civil aconteceu ali mesmo, no coração da Califórnia, marcando o início de um capítulo único. Seu marido, de origem egípcia, chegou ao Brasil sem falar português — desafio que hoje se transforma em risadas ao lembrar dos primeiros dias. Três décadas depois, constroem juntos uma família sólida, unida e inspirada por duas culturas diferentes que se encontraram de forma inesperada. O casal é pai de dois filhos, motivo de orgulho e alegria.

Hoje, aposentada da aviação, Suzete vive um momento mais tranquilo, mas não menos cheio de criatividade. Entre cuidados com a casa e a família, dedica-se ao hobby que se tornou paixão: a criação de bijuterias e semijoias, expressando estilo, delicadeza e personalidade em cada peça. Sua afinidade com moda, maquiagem e artesanato se reflete em tudo que faz — sempre com bom gosto, autenticidade e o olhar atento de quem já viu o mundo de perto.

A história de Suzete é sobre mudanças, reinvenção e afeto. Uma mulher que descobriu o amor em outro continente, construiu raízes no Brasil e segue vivendo com leveza suas paixões, provando que a vida sempre reserva novos voos — mesmo quando os pés já estão no chão.

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