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Assalto Milionário Atinge Mansão de Éder Militão Durante Clássico do Real Madrid

Familiares de Militão estavam na residência no momento do crime (Foto: Reprodução/ Diario AS)

A mansão do zagueiro Éder Militão, defensor do Real Madrid, foi alvo de um assalto milionário enquanto o jogador estava em campo pelo clássico contra o Barcelona. O crime ocorreu no domingo (25), mas apenas neste sábado (31) os detalhes vieram à tona através do jornal espanhol El Mundo, revelando um prejuízo financeiro que ultrapassa os 350 mil euros, o equivalente a cerca de R$ 2,1 milhões. O roubo, que subtraiu joias, relógios e bolsas de luxo, destaca não apenas a audácia dos criminosos, mas também levanta questões sobre a segurança em residências de atletas de alto perfil.

O Vultuoso Prejuízo e os Itens Subtraídos

O inventário dos bens levados pelos criminosos detalha a dimensão do assalto. Entre os objetos de valor, destacam-se dois relógios de luxo de altíssimo padrão: um Rolex, avaliado em 53 mil euros (cerca de R$ 321 mil), e um exclusivo Richard Mille, cujo valor se aproxima dos 170 mil euros (R$ 1 milhão). A lista inclui ainda três bolsas da grife Chanel, anéis e pulseiras da Cartier, além de outras joias preciosas e malas. Para além do vultoso montante financeiro, fontes próximas ao jogador indicam que parte desses pertences carregava um significativo valor sentimental para o atleta, o que intensifica o impacto do ocorrido.

A Presença Familiar Durante a Invasão

O incidente ganha contornos ainda mais preocupantes ao se constatar que familiares de Éder Militão estavam na residência no momento do crime. Enquanto acompanhavam a partida de futebol no andar térreo, completamente alheios ao perigo iminente, ao menos dois invasores acessavam a propriedade. A mansão, localizada no exclusivo bairro de La Moraleja, em Madri, tornou-se palco de uma invasão silenciosa e calculada.

Os ladrões, demonstrando um aparente conhecimento prévio da estrutura do imóvel, utilizaram uma janela de um banheiro no terceiro andar para adentrar a casa. Dali, sem serem notados, dirigiram-se diretamente ao quarto do jogador, que naquele instante estava no banco de reservas do Real Madrid, impossibilitado de proteger seus bens ou entes queridos.

Falhas no Sistema de Segurança e o Rastro da Investigação

A polícia foi acionada e chegou à propriedade por volta das 21h50, acompanhada por seguranças do condomínio. Ao adentrarem, os agentes encontraram o quarto de Éder Militão completamente revirado, confirmando a ação dos criminosos. Um fator crucial que facilitou a invasão foi o fato de o sistema de alarme não estar ativado no momento do roubo. Além disso, os ladrões demonstraram ousadia ao arrancar uma das câmeras de segurança, embora a polícia esteja agora analisando as imagens que foram registradas pelo equipamento antes de sua remoção, buscando pistas sobre a identidade dos assaltantes.

Para auxiliar na recuperação dos objetos roubados e na elucidação do caso, Éder Militão contratou Rogelio Gómez, um especialista renomado na área. Gómez levantou a forte suspeita de que o assalto não foi aleatório, mas sim um 'trabalho encomendado'. Ele sugere que 'alguém que já esteve lá dentro avisou terceiros e lhes forneceu as informações precisas para que executem o assalto'. Essa teoria ganha força pela aparente familiaridade dos criminosos com a rotina e a disposição da mansão, e pelo tempo considerável que teriam passado no interior do imóvel para selecionar os itens de maior valor.

Próximos Passos e o Silêncio do Jogador

Enquanto a investigação policial prossegue, com foco na análise das imagens de segurança e na busca por evidências, o especialista Rogelio Gómez empreende esforços para rastrear a possível venda dos bens subtraídos no mercado clandestino. Até o momento, Éder Militão mantém-se em silêncio sobre o ocorrido, não tendo se manifestado publicamente sobre o assalto. O episódio não apenas expõe a vulnerabilidade de figuras públicas a crimes de alto perfil, mas também lança uma sombra de desconfiança sobre a possibilidade de um envolvimento interno, deixando muitas perguntas sem resposta e a expectativa sobre os próximos desdobramentos da investigação.

Fonte: https://hugogloss.uol.com.br

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